A influenciadora digital Malévola e sua amiga, Bruna Marcatelli, transformaram as férias no Egito em um verdadeiro caso de polícia. As duas foram detidas na região de Alexandria após o Ministério do Interior do país acusar a dupla de “comportamentos obscenos” em vias públicas.
A confusão começou quando Malévola decidiu fazer das ruas egípcias o seu próprio palco. A criadora de conteúdo compartilhou vídeos em que aparecia dançando funk, rebolando e até exibindo peças íntimas no meio da rua. Nas redes sociais, ela e as amigas tentaram justificar as atitudes, alegando que estavam sofrendo assédio por parte dos homens do país.
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O tiro saiu pela culatra e a repercussão foi imediata. O material viralizou em páginas locais e atraiu uma enxurrada de críticas, além de ataques preconceituosos e transfóbicos contra a influenciadora. Diante do escândalo online, as autoridades locais entraram em cena para investigar o caso.
Segundo o comunicado oficial do governo egípcio, as brasileiras foram identificadas e presas. Ao serem confrontadas pelas autoridades, as duas acabaram admitindo que gravaram as polêmicas cenas com o único objetivo de bombar na internet e ganhar visualizações. Agora, a situação legal das jovens está nas mãos do Ministério Público do país.
Uma terceira integrante do grupo de viagem, Bruna Tivo, conseguiu sair do Egito antes que a polícia agisse. Foi ela quem usou a internet para dar o alerta inicial sobre a prisão das amigas, sustentando a versão de que o grupo estava sendo alvo de perseguição e transfobia no destino turístico. O Itamaraty, através da Embaixada Brasileira no Cairo, foi acionado para acompanhar o desenrolar do caso.

